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Meninos eu vi - X-Men First Class

Postado por | Categoria(s) , , | Postado em sábado, junho 11, 2011



Magneto, Moira, Rainha Branca, Azazel, Fera, Destrutor, Angel, Mística e Professor X


Pois bem amigos.

Estive no final de semana passado no cinema para ver o filme recém estreado de X-Men, e devido à falta de tempo não consegui escrever para vocês está semana. Contudo, antes tarde do que nunca, digo a vocês aquilo sim foi X-Men e digo ainda mais, em minha opinião foi melhor do que todos os quatro outros filmes que utilizaram o nome do grupo de mutantes do professor careca.

Ser melhor que aquele filmeco indigno até pra seção da tarde, mas bom talvez para o Domingo Maior que recebeu o nome de Wolverine Origens já esperava que fosse,

mas ser melhor que os dois primeiros filmes foi de fato uma surpresa muito boa.

A historia foi pela primeira vez desenvolvida mais focada em mostrar o relacionamento e motivações dos personagens e os efeitos especiais e cenas de ação foram finalmente foi colocado onde deveria estar como suporte do filme apenas. Vejam bem, isto não quer dizer que eles não foram bons, simplesmente não são o foco da história, mas as cenas de luta do Demônio Azazel, progenitor de Kurt Wagner (A.K.A Noturno) foram otimamente trabalhadas.

Tal pai, tal filho
(nota eu sei que isto é uma montagem e das mais sem vergonhas mas quis usar pra ilustrar)

A ambientação do foi muito bem tratada tanto no tempo, o filme começa na década de 40 e depois da um salto para década de 60 num pós-guerra no auge da guerra fria, quanto no espaço, contando com viagens por pelo menos seis países (usando cinco idiomas diferentes) e um trabalho de figurino e cenário extremamente coerente. Estes detalhes inclusive me lembrara

m bastante o trabalho desenvolvido pelo Tarantino no Bastardos Inglórios, guardada as devidas proporções tanto pra roteiro como principalmente para vilão. O Sebastian Shawn que é vivido por Kevin Bacon, apesar de convincente me pareceu meio que um misto de vilão Scooby Doo com Dr. Evil, e evidentemente esta léguas atrás do Hans Landa (tanto como vilão quanto como nazista).

Outro ponto que lembra bastante o Bastardos é um desapego a realidade histórica, se aproximando bastante da idéia de Pessoas com poderes interferindo no rumo da humanidade e deixando totalmente de lado o dito Manifesto Superman,

Houve alterações significativas (e algumas bastante plausíveis) na própria mitologia do universo X-men começando já pela equipe que originalmente era composta por Garota Marvel, Ciclope, Anjo, Fera e homem de gelo. Destes foi mantido apenas o fera tendo a equipe completada por Mística, Banshee, Destrutor, Magneto e Professor X. Detalhes bem bacanas foram à substituição de Scott Summers (Ciclope) por aquele que na HQ é seu irmão Alex Summers (Destrutor), que não são ligados diretamente se não pelo sobrenome no filme e a citação ao Anjo na forma da Mutante Angel.

O Ciclope provavelmente não foi usado, pois no filme de Wolverine, que se passa algumas décadas depois, ele é aparece como um adolescente, entretanto a Rainha Branca, Emma Frost, que também aparece como adolescente no supracitado filmeco aparece na história como adulta, fail amigos.

Vamos então as minhas considerações finais:

Ponto forte: História, adaptação livre da história, desenvolvendo e deixando muito claro os objetivos e ambições de personagens como Mística, Fera, Professor X e principalmente o Magneto a história do garoto Eric dos campos de concentração em sofrimento, até se tornar maior vilão do universo X-men é extremamente coerente e compreensível, as motivações e traumas do personagem, o que por si só acaba por ser outro ponto forte do filme.

Ponto Fraco: Vilões mal explorados, fora o Shawn que acabou sendo um vilão bastante fraco, os seus comparsas não são muito mais do que capangas, mesmo vilões de peso como a Emma, não tem grande força na história, poderiam ter sido explorados melhor, enquanto Azazel e maré selvagem são literalmente capangas de segunda linha, sendo que pelo que eu me lembro o segundo sequer tem falas.

Por fim meus caros, fica a recomendação, para quem não viu ainda, assistam vale muito a pena, se você for fã da série pode gostar assim como eu das adaptações (ou não) e se não conhece pode conhecer melhor os personagens importantes e fundamentais da histórias dos três primeiros filmes.Caso já tenham visto, critique você também, na só o filme como este review, deixem suas opiniões ai nos comentários.

Sem mais Amigos.

Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1

Postado por | Categoria(s) , , | Postado em sexta-feira, novembro 26, 2010

Harry Potter e as Relíquias da Morte

Peço desculpas às moças de família que lerão o que escreverei abaixo, mas tenho de fazer isso.

PUTAQUEPARIUESSEFILMEFOIDOCARALHOVAITOMARNOCU!

Pronto, normalizei.

Surtos à parte, venho aqui falar do melhor filme de 2010 e da franquia Harry Potter: Harry potter e as Relíquias da Morte.

Apesar de apenas algumas citações sobre o livro aqui no blog, muita gente sabe que adoro Harry Potter. Adoro o universo que a Sra. Rowling criou e a maneira como tudo aquilo parece verdade quando leio um de seus livros. Mas nunca falo dos filmes, e isso tem uma simples explicação:

Os filmes são uma merda!

Ou eram.

Domingo resolvi assistir a primeira parte do último filme. Já fui ao cinema com um certo pessimismo, pois nenhum dos anteriores tinham me agradado.

10 minutos. Esse foi o tempo para perceber que algo havia mudado, que muita coisa estava melhor e de forma mais clara.

Com o passar do filme, fica óbvio que o trio amadureceu. Daniel Radcliffe virou ator de verdade, Rupert Grint melhorou o timing de suas piadas, e a Emma Watson… Não tenho nem palavras pra descrever a atuação dela nesse filme. Sensacional.

E não tenho problema algum ao dizer que praticamente chorei junto com a Hermione no momento em que a Bellatrix à pegou na casa dos Malfoy. Aquilo foi lindo, comovente e convincente. Aquela cena foi uma aula de atuação.

Mas o que mais me chamou a atenção no filme foi a fidelidade para com a obra literária. Pela primeira vez em 9 anos, filmaram um Harry Potter o mais próximo à obra original possível. Detalhes contidos no livro estão no filme, e isso torna a coisa muito mais mágica, muito mais gostosa de se ver.

E é óbvio que isso aconteceu porque resolveram dividir o filme em duas partes. Sobrou muito mais tempo para detalhes e para um trabalho bem feito.

Sinceramente acho que todos sabiam que os filmes, em comparação aos livros, eram ridículos, e deixaram o melhor para o final. Mas porra, custava fazer uma coisa mais minuciosa nos filmes anteriores? Tinha que deixar tudo para o último filme?

Mas o que passou, passou. O que importa agora é que essa primeira parte foi incrível, e sem dúvida nenhuma, a segunda será igualmente sensacional. O mais difícil será esperar até Julho de 2011 para ver a conclusão de uma das histórias mais incríveis já escritas.

Crianças eu Vi

Postado por | Categoria(s) , | Postado em segunda-feira, agosto 16, 2010


Pois bem meus caros.
Durante toda a semana eu vim numa ansiedade crescente para o lançamento de THE EXPENDABLES, ou melhor, OS MERCENÁRIOS, havia inclusive preparado um post para ser lançado na sexta, mas desisti de lançar e me contentei em comentar no post do Danilo, mas me foquei eu iria assistir ao filme e aqui pro Miztureba.
Sábado então fui ao cinema com a minha querida namorada e... Não assisti ao filme, mas em compensação assisti uma animação maravilhosa Meu Malvado Favorito, entretanto aproveitei que iria almoçar com meu velho no domingo e fiz a proposta ”Pai, Vamos ver o filme do Stallone” no ato ouvi em resposta ”Vamos, agora”.
Minhas impressões destes filmes:
Meu malvado Favorito




O filme segue uma trama bastante clichê, porém muito bacana aonde para inicio, não há mocinhos, os personagens se dividem entre vilões e vítimas, Trata-se de um vilão chamado Groo, que para realizar seu plano maligno precisa se utilizar de três órfãs, com quem é obvio acaba se envolvendo e criando um laço familiar. É possível identificar uma reação diferente de solidão e abandono em cada uma das meninas, Responsabilidade, Revolta e Esperança, estes três sentimentos entrando em conflito com a ausência de sentimentos do Groo cria um clima sensacional na tela.
Assisti à versão dublada em 3D, e vos digo vale muito a pena, o personagem principal do filme (que em inglês tem a voz de Steve Carrel), ganha vida através da do comediante Leandro Hassum (aqui vai meus parabéns (que não quer dizer muita coisa) ao Casting pela escolha dos personagens) e já que ele foi escolhido para protagonista, quem melhor do que seu companheiro de palco para fazer o antagonista então, é Marcius Melhem na cabeça para interpretar o vilão Vetor.
Os pontos altos do filme a meu ver ficam por conta da Versão Brasileira dirigida pelo Buzz Lightear digo pelo, Guilherme Briggs, o cara tem um histórico sensacional tanto em dublagem como em direção de dublagem, fazendo sempre uma versão completamente preparada para o publico Brasileiro adaptando piadas e expressões para deixar o dialogo muito mais crível.
Outro ponto maravilhoso foi à utilização do 3D, com efeitos que até então não haviam sido explorado em filmes comerciais, apenas em parques de diversão, que geram no expectador uma real experiência extremamente ligada ao filme e não só uma desculpa para as coisas ficarem pulando da tela.


Os Mercenários.




Meus caros, com 5 minutos eu já tava com a cabeça explodindo e pensando, “Puta que o pariu, os Brucutus estão realmente de volta, te cuida vampiro purpurina, se não tu vai ser obliterado”. O filme representa para o cinema de Ação Old School, o que The Unforgiven representa para o Western, é um filme definitivo que tem tudo, prestem bem atenção TUDO que um filme de ação Brucutu precisa, anote ai:
· Explosões
· Assassinatos em vilões genéricos
· Capangas Monstruosamente fortes
· Vilões espertalhões com um plano para dominar algo e ficar rico
· Tramas envolvendo trafico de drogas
· Mortes com explosões
· Mortes com armas de Calibre ENORME
· Mortes com armas leves
· Mortes com armas brancas
· Mortes com mãos Nuas
· Espancamento em Civis
· Momentos Wolverine ”Isto é o que sou, e sou o melhor no que faço”
· Torturas
· Ataques Aéreos
· Perseguição de carros
· Frases de efeito
· Discussões genéricas pra explicar as armas
· Demonstração de Amizade entre assassinos
· Lembranças de historias de guerra
· Bersekers drogados
· Modafockas Fumando charuto enquanto planejam um ataque
· Missões dadas por baixo dos panos pelo governo americano
· Aposta em Jogos
· Coreografia de luta feita por mestres de Kung-fu
· Redenção
· Sylvester Stallone
· Bruce Willis
· Arnold Schwarzenegger
· Personagens com nomes sensacionais que só o Stallone conseguiria pensar (o Jet Li chama Yin Yang... YIN YANG velho!?)
E têm muitos mais ainda, mas já os advirto que quem for ao cinema pensando em violência à Quentin Tarantino ou Martin Scorcese, vai se decepcionar, o filme não tem camadas, é um filme totalmente raso, porém muito divertido, recheado de referências de diversos filmes da década de 80 e 90 como Rocky, Harley Davidson & Marlboro Man, Duro de Matar e suspeito ter visto cenas muito parecidas com American Ninja 4 , além de citações e piadas com a historia da (inexistente) briga entre o Schwarzenegger e o Stallone.
O filme tem um ritmo muito bom, mantendo sempre sua premissa de piadas vindas de todos os personagens (até o Jet Li está engraçado) intercaladas com cenas de violência descabida e exagerada. Utilizaram muitíssimo bem características únicas de cada personagem como, a idade do Stallone ou o tamanho do Jet li se comparado aos outros e óbvio seqüências de ação inigualáveis, respondendo a clássica pergunta que todo fã deste tipo de filme já se fez: “Porra se um John Rambo faz um estrago deste, imagina se tivessem uns 5?”.
A idéia central é a de resgate, não só da Gisele Itie, mas como do sentimento que era possível se ter assistindo filmes como Comando para Matar, o foco em reviver o passado é sentido até mesmo nos veículos utilizados, carros novos são todos explodidos, destruídos e despedaçados por veículos mais antigos como a caminhonete F1 de Barney Ross (Sly) a única exceção de veículo novo que sobrevive é a moto, perdão é a Ducatti de Lee Christmas (Jason Statham), já que o personagem em si, já representa esta transição para os Brucutus do século XXI, e para amarrar completamente esta idéia o filme se encerra ao som de Thin Lizzy deixando bem claro o Recado “The Boys Are back in Town”.
Gostei muito dos dois filmes, e recomendo assistir a ambos na Telona, Meu Malvado favorito, pelo 3D muito bem trabalhado, e os Mercenários pelo áudio sensacional das explosões que só um equipamento foda de Som Digital pode te proporcionar, a dica é: Vá com o intuito de se divertir apenas isto.
PS Quem quiser assistir o mercenários dublado vale a pena também, foram mantidos se não os Originais como no caso de Garcia Junior para Schwarzenegger pelo menos substitutos altura como Leonardo Camilo no lugar de Newton da Matta dublador original do Bruce Willis que faleceu em 2006.

Top 5 atores de "papel único"

Postado por | Categoria(s) , , | Postado em quarta-feira, junho 16, 2010

Sabe aquele ator que você vê em algum filme e diz: “Ah, esse é o cara que fez aquele personagem famoso!”. Então, a expressão “Atores de papel único” refere-se à isso. Àqueles atores que se consagraram apenas por um personagem.

Listei abaixo 5 atores que, segundo a minha opinião, são lembrados sempre por um personagem que fizeram. E sim, eu sei que todos eles fizeram vários outros filmes, mas ao vê-los, logo penso nos personagens mais famosos por eles interpretados.

Hugh Laurie (Dr. Gregory House)

Acredito que essa escolha seja unânime. Qualquer um que veja uma foto do Hugh Laurie, automaticamente o chamará de House ao invés do seu próprio nome. Algumas pessoas também devem se lembrar que ele fez Stuart Little, mas isso fica em segunda plano.






Daniel Radcliffe (Harry Potter)

Apesar de não fazer um trabalho excelente na saga, depois de 6 filmes fazendo o mesmo personagem, fica mais do que óbvio que ao ver Daniel Radcliffe, todos o liguem ao famoso bruxo Harry Potter. Eu nunca assisti algum outro filme em que o Daniel atuou, e após dar uma olhada na lista de filmes dele, não reconheci nenhum. Se houver algum bom, por favor, me avisem. Tenho curiosidade em ver algum outro personagem dessa criatura.



Elijah Wood (Frodo Bolseiro)

Vários atores que atuaram na trilogia d’O Senhor dos Anéis ficaram conhecidos apenas por seus personagens nesses filmes. Eu tenho essa impressão com o Ian McKellen (Gandalf), apesar dele ter interpretado o Magneto na trilogia do X-Men. Mas pelo fato de Frodo ser o principal (nem tanto) na história, Elijah ficou com esse “papel único”.





Jim Parsons (Sheldon Cooper)

Na minha opinião, a atuação mais brilhante dessa lista. Sheldon Cooper é um dos personagens mais engraçados das séries atuais. E todo o crédito vai para Jim Parsons, que consegue tornar um nerd num personagem hilário.






Christopher Reeve (Super-Homem)

Pensou em Super-Homem, pensou em Christopher Reeve. Automático, não é? Um grande ator que deu vida ao super herói mais famoso de todos os tempos. Apesar da cueca por cima da calça, Christopher fez um excelente trabalho enquanto estava vivo, e todos os nerds e adoradores de histórias em quadrinhos têm que bater palma para o eterno Super-Homem.

5 coisas que só acontecem nos filmes

Postado por | Categoria(s) , , , , , , , , | Postado em quarta-feira, junho 02, 2010

Pois é pessoal, depois de um tempão ser dar as caras, finalmente que me ergo da tumba para postar algo interessante, ou não, para o deleite da moçada.



1 - O carro sempre explode - Vocês já notaram a facilidade com que os carros em filmes (especialmente os americanos) explodem? Só possoimaginar que os carros por lá são feitos inteiramente de produtos inflamáveis. Compre agora o seu Ethanomobile!



2 - Justiça com as próprias mãos - Sempre, mas sempre tem um revoltadinho com a vida que caça todo mundo que lhe fez mal, enfrenta 15 de uma vez e vence, acha todo mundo nos cafundós do judas, nunca é preso pela polícia, enfim: É o bonzão. Vai eu tentar alguma coisa nas favelas do Brasil, o máximo que eu consigo é voltar pra casa em forma de capa de jornal. "Idiota tenta invadir o morro sozinho e é cremado em praça pública".



3 - Amor demais/Superfelicidade - É incrível como eu amo e odeio comédias românticas. Elas são responsáveis pelo meu entretenimento ao passo que me distraem e me apresentam situações do cotidiano bem interessantes, porém quando termina é aquele amor perfeito, tudo dá certo, tudo é mágico e o mundo é cor de rosa. Daí as mulheres ficam querendo aquele amor e acabam superestimando a felicidade, acham que é sempre sorrir e ter bons momentos. Acho que aquelas brigas memoráveis que você tem com a patroa é que fazem a relação mais forte depois de se acertarem (sem objetos contundentes por favor).



4 - Animais inteligentes - CREDO. Tenho horror à esses filmes (salvo os de animação, porque desenho é tudo mentira mesmo) de bichinhos, principalmente cachorros, inteligentes que falam ou não. É um extremo pé no saco tudo que o bicho faz é extraordinário e as pessoas ainda falam como eles como se os bichos fossem retardados. Na boa, prefiro ver lost (tortura mode on).



5 - Adaptações de livros/games/HQ's #fail - Essa categoria dispensa comentários. Quero que me digam UMA, só UMA adaptação que tenha ficado à altura das referências. Contando que não vale pegar uma obra porcaria e um filme razoável/bom que daí já é covardia, pois o referencial é uma bosta. Mas acho que o pior que já vi na minha vida foi o Street Fighter com o Van Damme.

Até a próxima!

Os fodedores de interpretação alheia

Postado por | Categoria(s) , , | Postado em segunda-feira, fevereiro 01, 2010

O Ladrão de Raios
12 anos my ass!

Semana passada eu terminei de ler o primeiro livro da série Percy Jackson e os Olimpianos: O Ladrão de Raios. Adorei o livro (apesar de deixar a desejar em alguns pontos, mas isso só falarei quando criar coragem para fazer uma resenha dele). Acabei de ler e fui para o Youtube ver o trailer do filme, que terá sua estréia estreia dia 12 de Fevereiro nos cinemas.

Começou o vídeo e me deparei com um marmanjo com pinta de galã. Olhei bem e pensei: "Hum, quem será esse?". Logo após, outro personagem se dirige ao marmanjo: "Percy, blá, blá, blá". Fechei o vídeo, coloquei as mãos sobre a mesa, tomei fôlego e soltei com a maior vontade: "PUTAQUEPARIUFILHODAPUTACÊTALOCO?!"

Aquele marmanjo, todo fortinho e bonitinho, é O Percy Jackson. O personagem principal do livro que, segundo a história, tem 12 anos. 12 anos, porra! Sem contar que não tem nenhuma pinta de galã. No livro ele é aquele estudante americano excluído, estranho e que a maioria evita.

Me recuperei. Abri de novo o vídeo e continuei assistindo: Cenas de ação, declarações de que Percy Jackson é o filho de Poseidon, cenas de ação, centauro, cenas de ação, Annabeth de cabelos castanhos escuros e com cara de 20 anos... Opa, espera aí. De novo? De novo, porra?!

Annabeth de cabelos castanhos escuros lisos e com cara de 20 anos? CÊTALOCO?! No livro a menina também tem 12 anos e é loira com os cabelos cacheados. Qual é? Tá de sacanagem!

Não é novidade pra ninguém que Hollywood sempre usou atores mais velhos para interpretarem personagens novos. Vide American Pie e filmes do mesmo estilo que usam atores de 20 anos ou mais para interpretarem estudantes do segundo colegial.

Mas com Percy Jackson eles apelaram. Apelaram muito.

Eu entendo a necessidade de dar um ar mais "maduro" ao filme. Entendo que com atores mais novos o filme pode parecer, de certo modo, amador. Mas aí eu pergunto: O primeiro filme de Harry Potter parece amador? O primeiro filme de Harry Potter parece um filme para crianças com menos de 10 anos?

Não, cacete, não parece!

Então porque diabos esses fodedores de interpretação não se espelharam no sucesso de Harry Potter no cinema e fizeram um filme em que pelo menos os personagens sejam fiéis ao livro?

Todos sabemos que agradar a todos é impossível. Agradar a maioria é uma tarefa árdua, mas alcançável. Então porra, se é dificil mas possível, dá para trabalhar com mais vontade nessa merda e parar de foder com a interpretação alheia?

8 coisas que aprendi com Transformers 2

Postado por | Categoria(s) , , , | Postado em sábado, janeiro 09, 2010



Eu sei que estou bem atrasado por ter visto Transformers 2 apenas ontem, mas quem me conhece sabe que sou muito alienado. Mas vou escrever esse texto do mesmo jeito.

Nesta altura do campeonato, você já deve ter assistido o segundo filme da franquia Transformers, pois acredito que apenas eu seja perdido o bastante para não correr logo aos cinemas e assistir ao maldito filme.

Aposto que você saiu do cinema dizendo: "Pô, um filme de guerra entre robôs bem legal".

Sim, eu também disse isso quando acabei de assistir, mas depois refletindo melhor, percebi que Transformers 2 não é apenas um filme de pancadaria entre robôs. É também um filme que nos ensina muita coisa. Dêem Deem uma lida nas lições que tirei desses carros que viram roboôs e vice-versa (ou vice versa? Ou ainda viceversa? Hoje tá foda hein...).

1. É possivel fazer um curativo que dê 30 voltas na mão de uma pessoa em apenas 10 segundos. Pelo menos a Megan Fox consegue, ela é muito ágil com as mãos.

2. Uma máquina alienígena pode ser escondida por mihares e milhares de anos dentro de uma pirãmide sem que ninguém a descubra.

Detalhe: a porra da máquina é quase do tamanho da pirâmide.

3. Robôs também envelhecem. E peidam. E usam bengala. E mudam do mau para o bem sem nenhuma consequência. E mais uma porrada de coisas que você não gostaria de saber.



4. Robôs vão para seu próprio paraíso quando morrem, mas aceitam a visita de alguns humanos de vez e quando.

5. Não jogue fora a poeira de sua casa, armazene em potes, elas podem salvar a vida de alguns robôs que posteriormente salvarão a sua vida. Ou não.

6. A destruição de metade de uma cidade não se dá apenas pela luta entre Autobots e Decepticons, pode ser um vazamento de gás.

7. Não deixe o Skype fechado, você pode ganhar um strip da Megan Fox.

8. Gostosas gostam de robozinhos tarados.



Só pra constá:


Megan, nós amamos você.

Ao infinito... E além!

Postado por | Categoria(s) | Postado em sexta-feira, novembro 27, 2009

Sem dúvida muitas pessoas conhecem essa frase. Para mim ela tem um significado muito grande. Essa frase faz parte do primeiro filme de animação que assisti no cinema (claro, ele foi o primeiro longa em computação gráfica lançado, retardado) e me ajudou com uma nova paixão: filmes de computação gráfica.

Acredito que já esteja óbvio sobre qual filme eu estou falando: Toy Story, né, mané!



Toy Story é uma das franquias que mais fez e faz sucesso no mundo ilimitado dos "desenhos". Uma simples ideia de brinquedos que criam vida quando seu dono está longe cativou inúmeras crianças, adolescentes e, principalmente, adultos.

Toy Story acabou com esse negócio de que desenho é para criança. Uma das coisas mais normais hoje é ver jovens e adultos indo ao cinema na estréia de um filme em computação gráfica. E eu me orgulho de me incluir nesse meio.

Resumindo, Toy Story revolucionou, e pode revolucionar ainda mais com o terceiro filme, que tem data prevista de lançamento em 25 de Junho de 2010 aqui no Brasil.



Há um tempo está rolando na internet o Teaser Trailer de Toy Story 3, com os magníficos personagens de sempre: Woody, Buzz Lightyear, Rex e mais aquela cambada de brinquedos malucos e engraçados.

Mas eu (e a torcida do Flamengo) já estava cansado de ver o Teaser e ficar com aquele gostinho de "quero mais".

Eis que surge mais um trailer. Um trailer que mostra que a qualidade está, como sempre, nas alturas. Um trailer que mostra que a diversão não faltará. Um trailer que mostra que Toy Story está de volta com força total.

A história é simples, da mesma forma que nos dois filmes anteriores, mas sem dúvida será contada de uma forma mágica, engraçada e interessante.

Para resumir, a história é a seguinte:

Andy está indo para a faculdade e está doando todos seus brinquedos para uma instituição de caridade, exceto um: Woody. Woody terá que dar uma de herói e resgatar todos os brinquedos para não ficar sozinho.

Eu disse que era simples, mas não subestimem a simplicidade, principalmente tratando-se de Toy Story.

Pra quem não aguenta mais ler essa merda toda que estou escrevendo, segue abaixo o Trailer de Toy Story 3:



Agora só quero ver quem terá paciência e esperar até a metade de 2010 para assistir essa beleza...

Só pra constá: roubei o trailer do Judão. E ninguém me mandou uma merda de email para os convites do Google Wave. Morram.

Mantenha distância: "Viagem ao Centro da Terra"

Postado por | Categoria(s) | Postado em sexta-feira, maio 15, 2009



Fui com a cara desse negócio de falar mal de livros, então resolvi falar mal de filmes e, pra começar, nada pior do que o fime "Viagem ao Centro da Terra". Uma adaptação do livro de mesmo nome escrito por Júlio Verne.

Bem, pra começar vamos com o resumo escrotizado:

Trevor é um cientista fodido fracassado que vive uma vida extremamente monótona. Até que seu sobrinho aparece para passar alguns dias na casa dele. Então acontecem algumas coisas nonsense e, quando se dá conta, eles estão na putaqueopariu Islândia atrás do irmão de Trevor, Max, que desapareceu há um bom tempo.

Lá eles conhecem Hannah, uma guia que os ajuda a encontrar um negócio estranho que mede os abalos sismicos do lugar (um treco que envolve vulcões).

Aí um monte de coisa acontece e eles aparecem no centro da Terra.

No final eles ficam ricos e o Trevor pega a Hannah.
Ok, eu zoei demais esse resumo, eu sei...

Bem, a história não é assim tão ruim como vocês podem pensar lendo o resumo. Mas vejam bem, eu disse a história.

Os atores

Trevor é feito por Brendan Fraser, aquele de A Múmia, e devo dizer que até gostei da atuação dele n'A Múmia, mas em "Viagem ao Centro da Terra" o bicho foi feio...

O negócio foi forçado. Ouso a dizer que em algumas cenas de "ação", ele se assemelhou bastante às novelas mexicanas, aquelas onde todo mundo fala com força, gritando e extremamente exagerados em tudo.

Hannah foi interpretada por Anita Briem (Não pergunte-me qual filme ela fez, nunca vi essa loirinha na vida, só sei que gostei da bundinha dela).

Sem dúvida a pior atuação do filme. Ela, pelo menos neste filme, é simplesmente horrível, ridícula, esdrúxula e qualquer outro adjetivo negativo que você quiser usar.

As frases dela não tiveram emoção, pareciam frases vazias, que não pertenciam ao contexto.

Sean, sobrinho de Trevor, foi interpretado por Josh Hutcherson (Ele fez alguns filmes conhecidos, como "Expresso Polar", mas eu não vi nenhum).

Mais uma atuação ruim. Ele também não mostrou emoção nas frases, não tanto quanto Anita, mas a atuação de Josh foi bem estranha. Acho que se ele não estivesse na maioria das cenas, não faria diferença nenhuma.

O filme

Uma das coisas que me levou a odiar esse filme foram os efeitos especiais. Os caras usam e abusam de fundos verdes (ou azuis, se preferir) e deixam isso extremamente exposto.

Eu gosto bastante quando utilizam BEM o fundo verde, um bom exemplo é o filme 300, filmado praticamente por completo com fundo verde, e ficou excelente. Mas em "Viagem ao Centro da Terra", o negócio ficou muito artificial.

Outra coisa que detestei foram as "mentiras" do filme. Como por exemplo na cena em que todos estão caindo para o centro da Terra. Eles caem de uma altura gigantesca, ficam uns 15 segundos caindo, mas conversam normalmente sobre o que pode ter abaixo deles, se podem morrer ou não...

Alguém me diga uma pessoa que consegue pensar quando está caindo de um precipicio.

O que me segurou o filme todo para não desligar a TV e ir dormir foi a história. Sim, ela é fantástica. Eu não li o livro, mas pretendo ler, pois a história me chamou muito a atenção.

Talvez se refizessem o filme com outros atores, menos efeitos visuais, ou efeitos visuais menos óbvios e ridículos, seria um excelente filme para todas as idades.

Agora vou dormir porque to morrendo de sono e este post ficou uma merda.

Boa noite a todos ;D

***

Post escrito ao som de Matt and Kim - Daylight. Clique no play abaixo para escutar: